domingo, 1 de novembro de 2015
Se é amor, sei lá.
Como diria a melosa música chiclete sucesso dos anos 90: "Se é amor, sei lá, só sei que sem você parei de respirar...". E como se eu tivesse novamente 13 anos e ideias tortas sobre a vida, essa melodia ecoa na cabeça e segue sempre como sucesso garantido no meu Ipod, me fazendo lembrar daquilo que já não deveria ao menos bater na porta. Mas bate. E volta. E ainda machuca. Será que um dia passa? Ou será que um dia ainda conseguiremos olhar pra trás e rir disso tudo?. Sei que em grande parte do tempo me comporto de forma altruísta e de bem com vida, tentando não sobrecarregar o coração, diminuindo o peso que não deve mais ser carregado,mas existem dias (hoje é um belo exemplo disso) que o combo brigadeiro + fossa + música dramática + edredom fala mais alto, e cultuar o passado se torna inevitável. E ao fim desse dia recheado de melodrama, fica um questionamento: "É claro que a vida ensina a gente a ser feliz? (...)
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